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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Técnica :: Primórdios do Sweep Picking

Segue então mais um post falando agora um pouco de Sweep de uma forma bem simplificada, para o pessoal que está começando nessa técnica.


O Sweep, só para dar uma definição rápida consiste em aproveitar o sentido da palhetada, descendo a palheta entre as cordas, para baixo e depois para cima.





O primeiro lick a gente usa o Sweep para baixo, o segundo inverte, sweepando para cima e o terceiro faz um 'mix' dos dois primeiros!!!!

Arpeggios em Tapping

Agora veremos uns exemplos de Arpeggios Lineares em Tapping, os exemplos foram desenvolvidos por mim e estão bem interessantes pra quem gosta de estudar tapping, a sonoridade ficou muito massa!!!


Ahh!!! Lembrando que são Arpeggios em Tetrades (T 3 5 7)


Espero que curtam!!!


Arpeggios e Acordes


Progressão de arpeggios muito interessante, contendo hammes-on e pull-offs em semi colcheia!!!!




Segue hoje um post com vários acordes, para vocês estudarem e terem como referência, quando quiserem ou quando precisarem de uns acordes novos!!!!


Jump Star - Greg Howe::


Está aqui um dos caras que mais admiro o fenomenal Greg Howe....
esse lick é a intro de Jump Star, o som está em Mi Maior e é ótimo para treinar Palhetada Híbrida

Solo em Sol Mixolídio::


Um post fresquinho e muito interessante, trata-se de um solo em Sol Mixolídio...
Na verdade bolei esse solo hoje de manhã ao estar improvisando no modo... criei o lick gostei e depois escrevi...achei muito interessante a forma com que ele é distribuído... já vimos aqui que o mixo é um modo maior com a sétima menor... em relação ao Sol, a sétima será o Fá natural.... nota na qual o solo começa, sendo mais exato comecei a partir de um aprpeggio na tríade de Fá Maior, caindo depois em uma frase de two hands, nessa parte as coisas se complicam um pouco, pois a execução desse two hands não é nada fácil, é um padrão de quatro notas por cordas e na mão direita usamos três dedos na execução do two hands, tudo isso em sextina, hehehe, depois disso tem um fraseado aproveitando a formação das notas da mão esquerda mas agora com tapping em fusa... terminando em um bend...
Logo após isso entra uma progressão aí já voltando no Sol Jônio em fusa.... palhetada alternada! terminando também em um bend de um tom!

Muita atenção ao estudar o lick a execução é bem complicada.. atentem-se na divisão rítmica e usem sempre o metrônomo!!!

Técnica :: Arpeggio em Tétrade::


Aqui temos um exercícinho básico de arpeggios em tétrade... padrão cinco cordas... aí no caso temos o Campo Harmônico de Sol Maior!!!



Técnica :: Palhetada Híbrida::


Esta aí um assunto pouco explorado por nós guitarristas, a palhetada híbrida...que consiste na mistura dos dedos e palheta no próprio ato de palhetar, da mesma forma que palhetamos normalmente com a palheta usaremos os dedos médio e anelar para digitar algumas notas... proporcionando um alcançe singular e até mesmo alguns saltos de cordas que no caso com a palheta dificultaria bastante!!!!

O exercício começa em triades susensas (sus2) depois cai na escala de Sol Maior e vai seguindo até  fim do braço!!!

A nota na corda mais grave vocês usam a palheta e nas outras duas de baixo dedos médio e anelar nessa mesma ordem!!!



Tapping em Penta

Agora segue um lickzinho muito comum do Paul Gilbert, tapping em sextina na penta, gosto desses exemplos em tapping na sextina, trás uma sonoridade bem clássica!!

Técnica :: Two Hands Penta de Lá Menor

Bom... um exercício bem legal em Lá Menor, na verdade eu pego a penta mas inclusão do segundo e sexto grau na escala me leva a escala natural de Lá Menor, mas mantenho na digitação da mão esquerda o primeiro shape da penta, usando esses graus apenas no two hands...

Atentem - se na divisão rítmica, escrevi o exercício em quintina, de uma certa forma pra simplificar umas coisas e complicar outras... heheh, em quintina, no caso cinco notas por tempo o beat fica sempre alinhado com a primeira nota a ser tocada na corda, isso nos dá uma referência na relação nota/ tempo muito eficiente, porém a digitação de cinco notas por tempo as vezes é algo complicado de se por em prática devido a pouca ocorrência da figura, ou seja é uma figura que vemos pouco, mas é bem legal de se treinar, pois bem o exercício desenvolve não só a técnica mas várias outras coisas que podem ser facilmente agregadas a isso!!!!

Sobreposição :Escala - Arpejo:


O Arpejo é inerente a tonalidade, voce pode usar todos os arpejos dos acordes que formarão tal tonalidade, pois todas as notas que formarão os acordes e arpejos estarão correspondentemente em conjunto com o tom.
Exemplo: Se você tem a tonalidade de Mi Menor: Em F#dim, G, Am, Bm, C, D, você pode usar todos esses arpejos e assim por diante, no exemplo acima abordei o Campo Harmônico por triade, podemos ter esse conceito também nas tétrades, teremos então: Em7 F#(b5) GM7 Am7 Bm7 CM7 DM7

Abaixo segue um exemplo bem simples de tudo isso que falei, usei um arpejo em tríade de Dó Maior combinando com a escala do mesmo tom e fiz um lick de dois compassos, isso pode ser feito nos mais variados desenhos de escalas e arpejos.



Vocês não precisam ficar presos apenas a esse exemplo, pode-se variar bastante, pois os arpejos e escalas permitem isso, utilizar apenas o arpejos nas mais variadas digitações, ou até mesmo agrupá-lôs, da forma que eu fiz aqui, basta saber certinho onde está o arpejo correspondente ao modelo de escala no qual você estará, uma dica muito importante, evite saltos de regiões, priorize o arpejo que está mais perto da região que você estiver tocando.

Escala Cromática

A escala cromática é toda e qualquer progressão decorrente de semi em semi tons.
Abaixo segue um exemplo!!


Os exemplos acima, são progressões de semi em semi tons, podendo  ser caracterizados como escala cromática.
Muitos guitarristas, usam essa escala, para preencher e/ou enriqueçer certas escalas, por exemplo a pentatônica, com a escala cromática podemos 'ligar' uma nota a outra, como no exemplo abaixo.


Nesse exemplo temos o primeiro modelo da escala pentatônica de Lá Menor, aplicando a idéia de cromatismo (escala cromática).
Por se tratar de colocar notas fora da escala dentro de uma certa progressão melódica, essa escala é mais indicada para licks rápidos, onde o efeito da nota out side é minímo.

Podemos também aplicar o cromatismo em outras escalas, como nesse exemplo em Mi Menor Diatônico.
Outra possibilidade é unir shapes da escala como nesse Mi Menor Pentatônico.
Nesse exemplo o primeiro e o segundo shape da escala de Mi Mnor foram juntados pelo cromatismo.

Escala Pentatônica Expandida (Três notas por corda)

A penta expandida é bem interessante também, por que ela nos dá mais opções na hora de criar um solo, ou improvisar algumas coisas, essa escala é formada pela junção dos shapes.
Shape 1 e 2
Shape 2 e 3
Shape 3 e 4
Shape 4 e 5
Shape 5 e 1 <--- Uma oitava acima!!!

A sua sonoridade é muito interessante, por se tratar de notas bem espaçadas.
Abaixo seguem os shapes.



Palheta Alternada Com Salto de Cordas









Pentatôicas


Pentatônicas – m6, M7 e m7(b5)

Neste estudo serão abordados algumas variação das escalas pentatônicas maiores e menores.
As Pentas são formadas para mudar as tradicionais Pentas Maior (T – 2M – 3M – 5J – 6M) e Menor (T – 3m – 4J – 5J – b7). Em princípio qualquer intervalo que exista numa Penta tradicional pode ser substituído, gerando outras Pentas não convencionais.
A Penta m6 (T – 3m – 4J – 5J – 6M) é utilizada em Acordes m6 ou que possuam características do Modo Dório. A diferença desta para a Penta Menor é a substituição da b7 pela 6M.
Essa escala tem uma sonoridade bastante agradável sendo de larga utilização em vários estilos. Sua formação é bem simples. Derivada do modo dórico substitui-se a 7ª menor da penta pela 6ª maior, nota característica desse modo.
Modo Dórico: T 2 3b 4 5 6 7
Pentatônica m7: T 3b 4 5 7
Pentatônica m6: T 3b 4 5 6
Exemplificando no campo de G Maior:
G7+ Am7 Bm7 C7+ D7 Em7 F#m7/5b
Pentatônica Am7: A C D E G
Pentatônica Am6: A C D E F#
A Penta M7 (T – 3M – 4J – 5J – b7) difere da Penta Maior pela substituição das 2M e 6M pelas 4J e b7. Esta Penta pode ser utilizada em acordes dominantes ou com intenção Mixolídia.
Lembrando que a penta m6 (menor 6ª maior), tem os mesmos intervalos da penta m7, apenas substituindo a 7ª menor pela 6ª maior. Esta penta vem do modo dórico, pois este é o único modo que possui a 3b e 6ª maior. E a penta blues, que possui a quarta aumentada adicionada (Blues Note). Agora a penta M7, terá praticamente os mesmo intervalos da penta m7, a diferença está na 3ª, pois como a escala é maior, obviamente sua terça será maior. Vejam a comparação:
Pentatônica m7- T 3b 4 5 7
Pentatônica M7- T 3 4 5 7
Assim como a penta menor 6ª surge do modo dórico, a pentatônica M7 é gerada no modo mixolídio.
Modo Mixolídio: T 2 3 4 5 6 7
Repare a 3ª maior e 7ª menor. Dentro do campo harmônico, assim como a penta m6 vai partir do segundo Grau (Modo Dórico), a penta M7 irá partir do V grau, modo mixolídio. Vejam no exemplo:
D7+ Em7 F#m7 G7+ A7 Bm7 C#m7/5b
Penta m7(b5) (T – 3m – 4J – 5dim – b7) possui uma 5dim no lugar da 5J existente na Penta Menor. É pouco usada, sendo mais comum no Modo Lócrio mas podendo aparecer em Dório ou Mixolídio.
Penta m7 Tom: A
Shape I
e—————-5—8———————————–
B—————-5—8———————————–
G—————-5—7———————————–
D—————-5—7———————————–
A—————-5—7———————————–
E—————-5—8———————————–
Shape II
e—————-8—10———————————–
B—————-8—10———————————-
G—————-7—9———————————–
D—————-7—10———————————–
A—————-7—10———————————–
E—————-8—10———————————–
Shape III
e—————10—12————————————
B—————10—13————————————
G—————-9—12———————————–
D—————10—12————————————
A—————10—12————————————
E—————10—12————————————
Shape IV
e—————12—15————————————
B—————13—15————————————
G—————12—14————————————
D—————12—14————————————
A—————12—15————————————
E—————12—15————————————
Shape V
e—————15—17————————————
B—————15—17————————————
G—————14—17————————————
D—————14—17————————————
A—————15—17————————————
E—————15—17————————————
pentas pentas 2 ligados-penta-Am

PENTATÔNICAS E O SISTEMA MODAL (AFFONSO JR.)


A partir desta edição, passarei ideias sobre construção de frases com escalas e arpejos. Começarei falando sobre um dos elementos mais utilizados no rock: a pentatônica. Formada por apenas cinco notas, essa escala desempenhou papel importante na música tradicional japonesa. Com o passar dos anos, foi sendo modificada e adaptada à música modal, ganhando importantes variações, com estruturas e sonoridades diferenciadas.

Veja abaixo as pentatônicas geradas pelos modos:
I) Jônio : T, 2M, 3M, 4J, 5J, 6M, 7M  (pentatônica maior);
II) Dórico: T, 2M, 3b, 4J, 5J, 6M, 7  (pentatônica menor 6);
III) Frígio: T, 2b, 3b, 4J, 5J, 6b, 7  (pentatônica menor 7);
IV) Lídio: T, 2M, 3M, 4#, 5J, 6M, 7M  (pentatônica maior);
V) Mixolídio: T  2M  3M  4J, 5J, 6M, 7  (pentatônica maior 7);
VI) Eólio: T, 2M, 3b, 4J, 5J, 6b, 7  (pentatônica menor 7);
VII) Lócrio: T, 2b, 3b, 4J, 5b, 6b, 7  (pentatônica m7b5, ou meio diminuta).

O Ex. 1 mostra a penta maior, que pode ser aplicada sobre acordes maiores, maj7, maiores com sétima, sus4, entre outros.

Modo Mixolidio



Modo Mixolidio


Modo Mixolídio
A Mixolídio = V grau da escala maior de D – intervalos T,2,3,4,5,6 e (7) intervalo característico.
                           I      II      III     IV     V   VI      VII
Campo harmônico: D7+ Em7  F#m7  G7+ A7 Bm7  C#m7/5b
Encontraremos as pentatônicas convencionais nos: I, IV, V graus do Campo Harmônico ou seus respectivos relativos menores II, II e VI graus.

Teremos também, mais três tipos de pentatônicas geradas pelo Campo Harmônico Maior: A menor 6 no II grau, a maior 7 no V grau e a menor 7/b5(meio diminuta) no VII grau.
                    V                         IV                      I
Pentatônicas: A/F#m(Blues)    G/Em (Blues)    D/Bm(Blues)
“Intenção Blues” - Penta de Am blues /Am6 blues
Nesse caso, usamos a Penta menor Blues(T, 3b, 4, 4#, 5 e 7) sobre o acorde maior mixolídio, considerando esta penta com duas blue notes: 3b e 4#. Esta será a principal pentatônica para se obter uma sonoridade Blues. Lembrando que Blue Notes, são notas de passagem, ruins para repouso: T, 3, 5 e 7 ou seja, a tétrade do acorde.
Encontramos as melhores tríades no I, IV e V graus do Campo Harmônico.
             V   IV  I
Tríades: A  G    D obs: As tríades e tétrades, poderão ter uma função harmônica
ou melódica
Outro exemplo. Nesse exemplo as tríades vão ser tocadas com o baixo em questão, que é o A Mixólidio, só para você ter uma idéia de como elas iria soar dentro do modo.
Tétrades: No caso dos Arpejos, Tétrades. Partiremos com um Arpejo de cada um dos intervalos que formam a Tétrades do acorde em questão (A7 mixolídio). Relacionando os intervalos de partida com os graus do C.H, encontraremos os respectivos Arpejos.
EX:: (A7)

V                                                                  VII                                                               II
T                                                                  3                                                                    5
A7                                                               C#m7/b5                                                    Em7
T 3 5 7

IV
7
G7+
7 9 11 13


Técnicas Randy Rhoads


Este exercíco é um clássico Randy Rhoads style, e a seção de solo foi construída sobre uma progressão de acordes em estilo barroco, (chords popular baroque) que se move em intervalos de quarta (IV), antes de cair no acorde “V” pronto para voltar ao “I”. Então, em Lá menor temos a sequência dos acordes Am, Dm, G, C, F, Bm7/5b e E. A terceira maior (G#) encontrada no acorde “E” nos permite usar a escala de “Am” harmônica (A B C D E F G#). Os tapping/arpeggios digitados na seção de solo servem para descrever os tons de acordes (chord tones), que é algo que Rhoads (e EVH) empregam com grande efeito. A parte rítmica é bastante fácil de desempenhar, mas você precisa ser preciso com a direção e no palm muting. Uma pegada bastante agressiva (agressive picking) será útil, bem como com a parte rítmica de guitarra.
P A R T E   1
As notas abertas da quinta corda  neste exercício exigem “palm muting”, e merecem atenção, assim como os acordes nos compassos 25/32. Com isso em mente, certifique-se de digitar corretamente para garantir  que o timing continue bom especialmente nas series em Alternate Picking the 16th note rhythms
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P A R T E   2
Com a entrada de arpeggios/tapping na seção de solo,(compasso 33 em diante), Verifique se você não tem nenhum ruído indesejado nas cordas durante a digitação, o cuidado com o palm muting das cordas é fundamental aqui. Nos compasso 45 em diante tem algumas linhas muito rápidas com alternate picked,mantenha tão limpa quanto possível. Utilize as duas mãos para silenciar quaisquer cordas que não estejam sendo usadas. Divirta-se!
 
Este lick apresenta uma das minhas favoritas escalas, a Indian pentatônica. Essa escala é simplesmente a escala de A menor pentatônica  que teve a terceira menor substituída por uma terceira maior. No acorde de A o resultado será esse: (A C # D E G). Esta escala é usada principalmente na sétima dominante. e pode ser ouvida por guitarristas, como Jeff Beck, John McLaughlin e John Petrucci. O lick mostrado aqui é tocado principalmente com legato, mas também soa muito bem se for escolhido experimentar os dois métodos. Além disso, a digitação não é completamente lógica, mas é como eu iria tocar – veja se você concorda comigo, se não, simplesmente tente alterá-la para se adequar ao seu estilo. Phil Hilborne (GT Magazine Feb 2010 )
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