Mostrando postagens com marcador Teoria Musical. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teoria Musical. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

C A G E D


O CAGED, ou Sistema 5, consistem em aproveitar os shapes, já conhecidos desses três elementos citados anteriormente para encontrar outros, usando o próprio shape, só mudando as localizações.

Vamos organizar um pouco o pensamento, separar os elementos e analisar caso à caso, primeiramente os acordes, onde acredito que o CAGED seja mais efetivo.
Ah!!! Antes de tudo, o que viria a ser CAGED, esse nome tosco, parte disso aqui:

C = Dó

A = Lá

G = Sol

E = Mi

D = Ré

Entenderam?? Logicamente iremos trabalhar com os desenhos dos acordes dessas respectivas notas, Legal, Já entedemos o nome, o que consiste, como consiste, agora vamos ao modo prático... como iremos usar esse conceito de CAGED, podemos até considerá-lô uma regrinha básica, dessas que aprendemos na escola, hehehe o entendimento deles é muito próximo, enfim... voltando ao assunto, todos os desenhos dos acordes, seja eles quais forem parte disso, então o que vai acontecer aqui, você irá usar o desenho do Acorde de Dó por exemplo e ir descendo ao longo do braço, mirando as tônicas desejadas para ter outros acordes, da seguinte maneira, pegue sua guitarra, violão, piano, cavaco, seja lá qual for seu instrumento... hahahah.. monte o nosso querido Dó Maior, rolou ae? Perfeito! É isso que vamo precisar, no momento você está com o Dó Maior feito ae, legal! Agora inverta os dedos ponha uma pentana na casa dois e faça o mesmo acorde de modo que sua tônica será a nota Ré, toque essa bagaça.. viu voçe tem um Ré Maior no desenho de Dó.. isso é CAGED você usar um desenho para ter vários acordes, pulando um tom desse Ré que você está segurando você terá um Mi Maior, andando meio tom um Fá Maior, andando mais um tom um Sol Maior, e assim por diante, até você oitavar o Dó na décima quinta casa...

Vamos ao Lá, monte o Lázão na guita ae.. beleza pestana na casa dois e manda o acorde para a casa quatro.. Pô! Meu mas aqui eu tenho o Si Maior!!! Sim.. aí você tem o Si Maior, um acorde que estudamos lá no começo, antes mesmo de aprender o CAGED, então muitas vezes a gente já até faz ele, mas ainda não tem o entendimento sobre... foi o que aconteceu comigo, eu fui aprender o CAGED, na verdade não aprender né mas entender, por que não tem muito o que aprender, acredito que o CAGED é uma expansão do raciocínio que você já tem de um determinado assunto, porém ainda não aprendeu a usá-lô, enfim.. fui aprender usar essa idéia muito tempo depois,então eu já conhecia vários acordes, pelo modo decorativo (péssimo modo) vi que atráves do CAGED poderia ter menos perda de tempo e mais acordes na mão, e assim por diante, voltando no Si, meio tom pra frente você tem o Dó Maior, mais um tom o Ré Maior, mais um tom o Mi e assim vai indo até oitavar o Lá na décima segunda casa...

Depois você tem o Sol, essa formação é meio indigesta poucos usam... mas vamos lá.. mesma idéia.. monte o Sol Maior.. pestana na casa dois, inverta a digitação do acorde e tônica na casa cinco.. você tem um Lá Maior no desenho de Sol... Só não vai se empolgar e começar a tocar Luan Santana heenn!!! Heheheh.. por que todas as músicas desse mané começam por Lá.. hehehe!!! Depois nesse Lá que você está segurando mais um tom você tem um Si, mais meio tom você tem um Dó, mais um tom um Ré... você irá oitavar no Sol na décima quinta casa.

Depois temos o Mi... formação muito interessante, da qual costumamos usar bastante.. aí na sua guitarra forme o Mi Maior.. beleza! Inverta o desenho do acorde, pestana casa um e faça o acorde, você terá o pesadelo dos iniciantes.. o Fá Maior, mais um tom Sol Maior... mais um tom Lá Maior.. cuidado com o Luan Santana!!! Hahaha!! Mais um tom Si Maior, mais meio tom Dó maior e assim segue a sequência até oitavar na décima segunda...

Por fim o Ré.. monte o Rézão ae.. velho amigo dos seus primórdios na música.... mesma regra.. pestana na casa 2 inverte o acorde e você terá o Mi Maior.. desenho de Ré.. mais meio tom você terá o Fá.. e assim segue a idéia.

O CAGED nos acordes funciona dessa maneira, aqui preferi usar as tríades maiores, mas funciona para qualquer acorde seja ele maior, menor, diminuto, aumentado, tríade ou tétrade e até mesmo algumas possíveis extensões que sempre encontramos por aí... É isso ae galera agora veremos pela escala...

O CAGED na escala, acredito eu que não funcione tão bem por que ele se restringe aos cinco modelos do próprio CAGED, quando você pensa em uma Escala Diatônica por exemplo você acaba perdendo notas e shapes por aí.. mas funciona da mesma maneira. Você terá um modelo de escala que corresponderá ao Dó, outro ao Lá, outro ao Sol, outro ao Mi e outro ao Ré, e aí é só sair tocando os.. quando você quiser em Ré você sobe um tom, em Mi mais um tom e assim por diante, de certo modo você cai naquele velho esquema de transposição de escalas que já conhecemos, por isso que acredito que o CAGED na escala não seja tão efetivo, pensando a escala e considerando que cada nota da escala é a tônica de um shape você aproveitará mais os shapes e ainda terá mais shapes, pois você considera a escala como um todo, mas como o CAGED na escala existe está aí ele...

Agora finalizaremos o raciocínio nos arpejos.. a mesma coisa, porém vamos considerar das cinco possíveis digitações apenas três que são as mais usadas e que possuem as melhores digitações, você irá arpejar nos modelos de Dó, Lá e Mi, temos o Sol e Ré sim... porém são digitações muito indigestas que não  trazem muitos benefícios na hora de tocar....

Então digitação do arpejo no desenho de Dó.. você pode fazer esse modelo em qualquer lugar sendo válido para todas as possibilidades, maiores menores diminutas, aumentadas, com sétimas e tudo mais. Pegando o desenho da tríade maior toque o na casa cinco.. você terá um arpejo de Ré Maior... duas casas a frente você terá em Mi Maior e assim por diante, igualzinho aos acordes.. no modelo de Mi.. na décima segunda casa você terá o próprio Mi Maior... meio tom pra frente Fá maior um tom para frente Sol Maior e assim vai seguindo o raciocínio... e por último o desenho de Lá na quinta casa... tocando esse modelo você tem um Ré Maior, mais um tom um Mi Maior, mais meio tom um Fá Maior e assim por diante... É isso vale lembrar que essa idéia não se restringe aos maiores só os usei para dar um exemplo a regrinha aí serve para todas as formações de tríades e tétrades...

Enfim é isso... agora..Considerações Finais!!!
Acredito..e frizei ao longo do post que o grande efetivo do CAGED seja em cima dos acordes, por duas razões você acaba tendo na mão uma gama de acordes, sem ficar dependendo de decoréba... você tem apenas cinco modelos que lhe darão um universo em forma de acordes.. segunda razão é saber usar essa gama de acordes que você agora já ‘descobriu’ o lance aqui é aproximação... nimguém aqui gosta de ficar pulando feito um canguru ao longo do braço para encontrar um acorde desejado... por exemplo se você está em um Si sétima casa.. modelo de Mi e depois precisa pegar um Dó.. é muito mais fácil você manter o modelo e arrastar meio tom para frente do que mudar totalmente a formação do acorde e cair pra casa três.. uma outra situação você tem esse mesmo acorde... Dózão no modelo de Mi e precisa pegar um Fá... (situação que ocorre muito, pois muitas músicas são formada na idéia do I IV V) logo abaixo no modelo de lá você tem um Fá... na mesma casa... muito melhor do que recorrer ao Fá da casa um no modelo de Mi, que é o mais comum.. então em termos de acorde o CAGED é maravilhoso... ele pega aquilo que você já sabe e expande seu raciocínio... simplificando muito no modo prático, evitando os saltos para pegar aqueles acordes que são os mais usados e conhecidos.. então você sem precisar decorar nada acaba tendo uma punhado de acordes na manga.. agora é só saber usá lô...
Nas escalas não considero a CAGED muito legal... porém isso é minha opinião viu galera!! Apenas meu modo de ver as coisas, pode ser que para outros as coisas não funcionem assim... por que você acaba perdendo notas e shapes e isso na hora da improvisação acaba fechando muito o raciocínio.
No Arpejo o CAGED funciona da seguinte forma se encaixando muito na idéia de transposição você aprende os shapes... e os transpôe.. e isso é CAGED!

Transposição - Melódica e Harmônica

Se aplica no simples fato de tocar, tanto uma harmônia, ou uma melodia em outros tons.

Exemplo: Temos a cadência: A Gm Dm C

Agora íremos transpôr isso para Mí Maior, ficará assim: E Cm Gm F.

Podemos fazer a transposição de duas formas, a partir do conceito de intervalos, ou ir contando de semi em semi-tons.
A transposição por intervalos é mais eficaz e prática, porém um pouco mais elaborada, já a transposição por semi-tons émais simples.

As duas são válidas, aí vai do guitarrista escolher qual ele se adapta melhor.

Transpondo por intervalo:
Devemos conheçer todo o conceito teórico e prático, para transpôr seguindo o conceito dos intervalos, se você tem uma cadência, e deseja transpôr, por exemplo uma terça menor (3m) acima, você deve pensar todos os acordes uma terça menor acima.

Da seguinte maneira:
A Dm Fm B, iremos agora, transpôr essa cadência uma terça acima, ficará assim: C Fm Abm D.

O que fizemos acima foi pensar todos os acordes da cadência uma terça menor acima, não da tonalidade, mas sim de cada acorde em questão.

Iremos fazer o mesmo na quarta justa (4J) e na quinta justa (5J), usando a mesma cadência.

A Dm Fm B --> 4J--> D Gm Bbm E

A Dm Fm B --> 5J --> E Am Cm F#m

Agora íremos traspôr por semi-tons, utilizando a mesma cadência, vamos passar tudo pra Dó, posteriormente prá Ré e finalizaremos em Sol.

Começando por Dó
Em relação a Dó, a nota Lá está à 1,5 tons (3 meio-tons), iremos então contar 3 tons de todas as notas, até obter toda a cadência transposta.

A-->C
D m-->Fm
Fm-->Abm
B-->D

O nosso resultado será essa: C Fm Abm D, o mesmo da trasposição em terça menor, pois Dó é a terça menor de Lá.

Seguiremos agora para Ré usando o mesmo conceito, mas agora pensando 2,5 tons acima, pois Ré está a 2,5 tons de Lá, então vamos lá, lembrem que 2,5 tons será 5 semi-tons

A-->D
Dm-->Gm
Fm-->Bbm
B-->E

Teremos, D Gm Bbm E, se igualando a trasposição em 4J.

Agora finalizaremos em Sol. Já é uma trasposição um pouco mais difícl pois Sol em relação ao Lá está 7 tons de distâcia, seria mais viável pensar ao contrário e veremos que o Sol pode ser encontrado um tom pra trás de Lá, então agora ao invés de pensar crescentemente, vamos pensar decrecentemente, ou seja, íremos raciocinar um tom para trás.

A-->G
Dm-->Cm
Fm-->Ebm
B-->A

Teremos então, G Cm Ebm A.

Veremos agora a trasposição Melódica, que tanto por intervalos e por semi-tons, será identica a transposição Harmônica.

Esse exemplo se encontra na escala natural de Mí Menor.

e)--12-15-17-15-12-----------------------------------------------------------
B)-----------------------17-15-12---------------------------------------------
G)------------------------------------------------------------------------------
D)------------------------------------------------------------------------------
A)------------------------------------------------------------------------------
E)------------------------------------------------------------------------------


Iremos transpôr isso uma quinta justa acima, o raciocínio é o mesmo, pensaremos todas as notas em questão uma 5J acima. A quinta justa de Mi é Si, o exemplo ficara assim:

e)-------------------------------------------------------------------------------
B)--12-15-17-15-12-----------------------------------------------------------
G)-----------------------17-15-12---------------------------------------------
D)------------------------------------------------------------------------------
A)------------------------------------------------------------------------------
E)------------------------------------------------------------------------------


Mais um exemplo transpondo na terça maior, que será em Sol

e)------------------------------------------------------------------------------
B)------------------------------------------------------------------------------
G)---12-15-17-15-12----------------------------------------------------------
D)-------------------------17-15-12-------------------------------------------
A)------------------------------------------------------------------------------
E)------------------------------------------------------------------------------


Agora íremos transpôr por semi-tons, vamos transpôr a progressão original para Lá Menor, que está há 5 meio tons acima de Mí, pensaremos então todas as notas cinco meio tons acima:

e)--17-20-22-20-17-----------------------------------------------------------
B)-----------------------22-20-17---------------------------------------------
G)------------------------------------------------------------------------------
D)------------------------------------------------------------------------------
A)------------------------------------------------------------------------------
E)------------------------------------------------------------------------------


Agora faremos isso para Sol Menor, que está há 3 meio-tons de Mi Menor. Pensaremos então todas notas 3 meio tons ou 1,5 tons acima.

e)--15-18-20-18-15-----------------------------------------------------------
B)-----------------------20-18-15---------------------------------------------
G)------------------------------------------------------------------------------
D)------------------------------------------------------------------------------
A)------------------------------------------------------------------------------
E)------------------------------------------------------------------------------


Transpondo Escalas...

Segue-se a mesma maneira da transposição harmônica e melódia, até porque, transpôr escalas é uma maneira melódica de se transpôr.
É mais interessante transpôr uma escala por tons, por se tratar de um esquema linear (com as tônicas todas na sexta corda).

Alguns exemplos: Temos o primeiro shape da penta de Lá Menor vamos passar esse shape, prá Dó Menor, Sol Menor e Mi Menor.

e)---------------------------5-8---------------------------------------------
B)----------------------5-8--------------------------------------------------
G)-----------------5-7-------------------------------------------------------
D)------------5-7------------------------------------------------------------
A)-------5-7-----------------------------------------------------------------
E)--5-8----------------------------------------------------------------------


Agora pensaremos 1,5 tons acima e teremos o shapes em Dó Menor

e)-------------------------------------8-11-----------------------------------
B)------------------------------8-11------------------------------------------
G)-----------------------8-10-------------------------------------------------
D)----------------8-10--------------------------------------------------------
A)---------8-10---------------------------------------------------------------
E)---8-11---------------------------------------------------------------------


Em Sol Menor é interessante pensarmos um tom para trás.

e)-- --------------------------3-6--------------------------------------------
B)-----------------------3-6-------------------------------------------------
G)------------------3-5------------------------------------------------------
D)-------------3-5-----------------------------------------------------------
A)--------3-5----------------------------------------------------------------
E)---3-6---------------------------------------------------------------------


Agora em Mi Menor pensaremos 2,5 tons acima e teremos isso:

e)-------------------------------------------12-15-----------------------------
B)-----------------------------------12-15-------------------------------------
G)---------------------------12-14---------------------------------------------
D)-------------------12-14-----------------------------------------------------
A)-----------12-14-------------------------------------------------------------
E)---12-15---------------------------------------------------------------------

Isso se aplica para todos os modelos da escala, não só da pentatônica, mas de qualquer escala!

Cifras e Acordes

Cifras:
As cifras são símbolos que representam as notas musicais, e são representadas pelas letras do alfabeto!!
Dessa maneira:
Dó = C
Ré = D
Mi = E
Fá = F
Sól = G
Lá = A
Si = B

Mas por que isso!!??
É concordo que seria muito mais prático se tratacemos a notas pelo o que ela é e não pelo o que ela representa, mas isso vem do modo americano de se ler os acorde e as notas, e isso acabou virando um padrão, e quando eu nasci, quando você nasceu, quando teu pai ou teu avô nasceu as coisas já eram assim...Hehehehe!!!!
Fiquem bem atento para não confundir as coisas, não pensar a cifra como inicial da letra do acorde, pois isso só acontece com a nota Fá, que tem sua cifra o 'F' conhecideindo com a inicial de seu nome.

Agora iremos aos acordes....

Estarei postando agora os acordes maiores, menores e com sétima, estudem com calma, começem devagar e ao pegar o jeito da coisa começem a tirar umas músicas, pra ajudar no aprendizado!!!





Ahh!! já ia me esqueçendo essas flechas representam as pestanas, pra fazer a pestana, você deve deitar seu dedo indicador inteiro sobre a casa mostrada no desenho, é um pouco difícil no começo, mas logo da pra pegar a manha!!!

Tritonos Obs(Um De meus Assuntos Favoritos na música, eu praticamente vivo de trítonos,kkkk)!!....

TRITONOS
Se construísse-mos uma escala cromática (escala que evolui de meio em meio tom) de Dó a Dó, póderiamos observar:
(Armação usando sustenidos – #)
C, C#, D, D#, E, F, F#, G, G#, A, A#, B, C
(Armação usando bemóis – b)
C, Db, D, Eb, E, F, Gb, G, Ab, A, Bb, B, C
Se você contar o número de tons de Dó a Dó encontraria 6 tons. Trítono é o intervalo entre duas notas separadas por 3 tons, ou seja, você dividiu a escala ao meio.
As nota encontrada na escala cromática em sustenido foi o F#, e nota encontrada na escala formada por bemol foi o Gb.
Vejam agora a escala de Dó maior e seus respectivos graus:
T, 9, 3, 4, 5, 6, 7M, 8
C, D, E, F, G, A, B, C
Estas duas notas, dentro da escala diatônica de Dó formam um intervalo de quarta aumentada (F#) ou quinta diminuta (b5). A escolha do nome do intervalo depende do contexto harmônico.
Em resumo, o trítono está entre a nota C e F# ou entre C e Gb.
Que efeito produz o trítono?
O trítono provoca uma tensão muito forte, pois se a escala é dividida ao meio. Por causa disso, o trítono também provoca uma preparação.
Mas em qual acorde eu poderia usar o trítono?
O trítono existe nos acordes de categoria “dominante. O trítono está entre a 3ª e a 7ª menor deste acorde dominante.
Também existe trítono nos acordes diminutos, só que estes acordes tem dois trítonos. Um entre a tônica e a quinta diminuta e outro entre a terça menor e a sétima diminuta (bb7).
Vamos pegar como exemplo os graus do campo harmônico de Dó pra observar os trítonos. Estou usando o Campo Harmônico de Dó apenas por não conter acidentes. É importante observar em outras tonalidades.
Campo Harmônico de D´Maior em tétrades (acordes formado por 4 ou mais notas):
C7M, Dm7, Em7, F7M, G7, Am7, Bm7(b5)
Os acordes da categoria dominante deste Campo Harmônico são o Vº e o VIIº grau, respectivamente G7 e Bm7(b5).
No acorde G7 o trítono está entre a terça (Si) e a sétima menor (Fá). Veja que de Si para Fá temos 3 tons inteiros.
No acorde Bm7(b5) o trítono está entre a tônica (Si) e a quinta diminuta (Fá).
Se você pegar um acorde G7(9) e observar a sua formação, verá que tem as mesma notas e o mesmo trítono na sua formação:
G7(9) –> G(T), B(3), D(5), F(7), A(9)
Bm7(b5) –> B(T), D(b3), F(b5), A(7)
Isso sugere substituições de acordes.
Nos acordes diminutos, que não é o caso do Bm7(b5) por conter sétima menor e não sétima diminuta, existem dois trítonos.
Bdim ou Bº –> B(T), D(b3), F(b5), Ab(bb7)
bb7 = sétima diminuta
Veja que o trítono está entre o B e o F, e o outro trítono está entre o D e o Ab.
Resolução dos Trítonos:
O trítono no acorde G7, Bm7(b5) e no Bdim tem sua resolução no acorde que exerce a função de Tônica, ou seja, no Iº grau –> Dó maior
Progressões:
| G7 | C7M |
| G7 | C |
| Bm7(b5) | C7M |
| Bm7(b5) | C |
| G7 Bm7(b5) | C |
| G7 | Cm |
| Bdim | C |
| Bdim | Cm |
Experimente todas estas resoluções, ou preparações.
Trítonos Gêmeos
Se dentro de um acorde G7 existe um trítono entre a terça maior (B) e a sétima menor (F),
O que poderia acontecer se invertêsse-mos o trítono de B para F, e transformasse de F para B ?
Pra começar, teríamos os mesmos 3 tons para cada lado. Ou seja, até aqui não mudou nada significativo.
Agora se eu encarasse sobre esta inversão o F como terça maior e o B como sétima menor?
Bom, agora teríamos um outro acorde (que não pertence ao Campo Harmônico de Dó) com o mesmo trítono.
O acorde que teria o trítono gêmeos é o Db7.
O Fá é a sua terça maior e o Si é a sétima menor.
O acorde Db7 pode substituir o G7 por conter o mesmo trítono, só que invertido.
É comum vermos progressões que tenha um Db7 preparando um C
Neste caso, o acorde Db7 entraria pra uma função de “substituto do dominante”, também conhecido como SubV7, pois substitui o V7º grau.
Observem em finais de blues este exemplo usando um Db7 preparando um C7:
e—-4—–3——————————————–
B—-6—–5————————–4—–3———
G—-4—–3—– ou – com 9ª –4—–3———
D—-6—–5————————–3—–2———
A—-4—–3————————–4—–3———
E——————————————————–
É, tem até o famoso trítono usado muito em rock, com bends de meiotom.
O trítono está no acorde de Ré passando pra Lá maior:
e——8b–8b——–5———————————-
B——7b–7b——-5———————————-
G———————-2———————————-
D———————————————————-
A——–Ré——–Lá———————————-
E———————————————————
b = bend
Outro lick legal pra usar em rock. Uma passagem de G7 para C. No final aparece um trítono entre E e Bb, estas são trítonos de Dó. Dê uma vibrade de leve sobre este trítono e depois deixe soar.
e——————————7~~~——8————————————
B—————–3-5-6—–6~~~——-8————————————
G————4——————————9———3-deixe soar———-
D—-2/3———————————————-2~~~~~~~~~~~—-
A———————————————————————————-
E—-Sol (trítonos)——————–Dó——-trítono de Dó———-
No Blues
É muito comum no blues usar acordes dominantes, ou seja, acordes com sétimas menores. Aproveitando isso, o blues usa o trítono de uma forma muito inteligente e vale a pena observar. Vamos fazer uma progressão em C7, F7, G7… o famoso blues I7, IV7, V7.
Vou usar os trítonos de:
C7 –> Bb(7) e E(3)
F7 –> A(3) e Eb(7)
G7 –> B(3) e F(7)
Observe na tablatura que o F7 e o G7 estão distantes de Dó por apenas meio tom, usando o mesmo desenho e na mesma corda. Pra mim isso é fantástico e abre um leque de possibilidades harmônicas e melódicas.
Vejam:
e——————————————————
B——————————————————
G—9———8——-9——-10——9———–
D—8———7——-8——–9——-8———–
A——————————————————
E–C7——F7—–C7——G7—–C7———-
Trítono e Modulação
A parte mais legal do trítono é quando ela abre passagem pra outros tons ou só sair um pouco do tom (coisa que o campo harmônico acaba impondo nas composições).
O trítono é como uma porta de entrada e saída pra outros acordes.
O mais natural numa música que está no tom de Dó é aparecer o acorde de Ré menor e Lá menor e não Ré maior e Lá maior. O trítono quebra essa barreira.
Se o trítono é encontrado nos acordes dominantes, e o principal dominante corresponde ao Vº grau, então podemos desencadear um processo de “dominantes secundários”.
Após o Dó surgirá um A7, que por sua vez vai preparar para um D7, e este um G7 e depois prepara para Dó novamente, criando um círculo harmônico.
| C | A7 | D7 | G7 | C |
A escala mais óbvia pra se solar sobre os acordes com trítono é o mixolídio.
Trítonos Gêmeos e o Blues
Como pode ser visto no assunto anterior sobre trítonos gêmeos, o acorde que tem o mesmo trítono, só que invertido é o #IVº ou bVº graus. Ou seja, o mesmo trítono que forma o G7 forma também o Db7. E como um pode substituir o outro (dependendo do momento é claro), podems fazer o mesmo pelos outros dominantes, usando os dominantes secudários junto com os substituto do dominante (SubV7).
O mais interessante é que o SubV7 fica apenas meio-tom acima do acorde que va resolver. Por exemplo, o mesmo G7 e Db7 (os dois são equivalentes) que prepara o Dó, temo Db7 que está só meio-tom acima de C, que é o acorde de resolução.
Então, se num clichê de blues (I, IV, V) eu aplicar os SubV7′s de cada um, eu teria mais 3 acordes, ficando com 6 no total.
Um blues de 12 compassos:
||: C7 | F7 | C7 | C7 C7 C7 Gb7 | F7 | F7 |
| C7 | C7 C7 C7 Ab7 | G7 Gb7 | F7 | C7 | G7 G7 G7 Db7 :| |

Tons Vizinhos – Improvização


Primeiramente temos que lembrar que as melhores notas pra se resolver um solo ou delinear uma melodia estão nos acordes. Ou seja, se você vai solar sobre um Dó maior, as melhores notas estão nas que formam o acorde, neste caso: C (tônica), E (terça maior) e G (quinta justa).
Então qual a importância dos tons vizinhos?
Se você fosse pensar na próxima nota em relação as 3 notas do acorde, teríamos para Dó um Ré, para Mi um Fá e para Sol um Lá.
Abaixo temos só as notas da tríade de Dó e depois como encrementar esta pequena seqüência de notas.
e—-3——————————–
B————-5———————–
G————————5————
D————————————-
A————————————-
E————————————-
agora veja com notas vizinhas (sempre notas diatônica, ou seja, que pertencem a escala de Dó):
e—-5–3—————————–
B————6–5—-3—————-
G———————-5————–
D————————————-
A————————————-
E————————————-
Já dá pra se ter uma idéia de como incrementar frases simples e licks.
Se fossemos aplicar a mesma idéia em uma progressão que envolve um acorde G e depois um C, pegaríamos as notas que formam as duas tríades:
e—–3—————————3——————–
B———3—————————5—————-
G————–4————————–5————
D——————————————————
A—(tríade de Sol maior)——-(tríade de Dó maior)—
E——————————————————
Agora veja abaixo como pode ficar com as notas vizinhas:
e–5–3——————-5–3————————-
B——–5–3——————-6–5—3—————
G————–5–4———————–5————
D——————————————————
A—–(Sol maior)———-(Dó maior)——————
E——————————————————
Os acordes oferecem, na maioria das vezes, caminhos gostosos de tocar e quase sempre certeiros, mesmo pra quem ainda não possui uma técnica mais avançada e quer compor de forma coerente as suas músicas.
Outra maneira é com as notas que não pertencem a escala do acorde e muito menos ao acorde, mas dão um toque out-side muito interessante.
Pegamos todas as notas empilhadas do acorde e usamos meio tom abaixo, as notas como aproximação. O efeito parece tridimensional, como se o acorde tivesse uma sombra.
Vejam um desenho de um simples Sol maior:
e——-3————————–
B——-3————————–
G——-4————————–
D——-5————————–
A——-5————————–
E——-3————————–
Agora veja como encrementálo com meio-tom abaixo, criando uma melodia intrigante:
e—–2-3————————–
B———2-3———————-
G————-3-4——————
D—————–4-5————–
A———————4-5—1-2—-
E——————————-3–
e———–2-3–6-7—————
B——-2-3———-7-8———–
G—3-4——————6-7—4—
D———————————-
A———————————-
E-(este pode ser usado sobre um G mixolídio)-
Agora sobre um acorde de Sol, veja como misturar os tons vizinhos e notas de aproximação. Experimente usar tercinas, acentuando a última nota da célula. veja o destaque para notas, em que vou chamar de:
V = visinhos
T = notas do acorde
A = nota de aproximação cromática (sombra)
e—3—-|—————-5-2-3———|——–
B—3-6–|———-5-2-3-V-A-T-6-4-5—|——–
G—4—-|—-5-3-4-V-A-T——-V-A-T—|-7-4-5–
D——–|—-V-A-T———————|-V-A-T–
A——–|——————————|——–
E—G7—|——————————|——–
Outra idéia que dá um sabor oriental é pegar uma tríade maior e tocar 1/2 tom acima de qualquer grau do acorde.
Exemplo sobre tríades de E:
e–0–1p0———————————
B–0——1p0—————————–
G–1———-2p1————————-
D–2————–3p2———————
A–2——————3p2—————–
E–0———————-1p0————-
e–4–5p4———————————
B–5——6p5—————————–
G–4———-5p4————————-
D–6————–7p6———————
A–7——————8p7—————–
E–7———————-8p7————-
e–7—8p7——————————–
B–9——-10p9—————————
G–9————10p9———————-
D–9—————–10p9–7p6————
A–7—————————8p7——–
E–7——————————–8p7—
p = pull-off ou ligado ascendente (voltando)
Clima oriental e completamente inside sob o ponto de vista da escala de Am harmônico.
Mesmo sendo sempre intervalos de 1/2 tom, as notas são diatônicas da escala de Am harmônico, logo sobre O acorde E7 (Vº de Am) cai como uma luva, pois as notas vizinhas são do proprio acorde F (bVIº de Am).

Harmonia Quartal


Harmonia quartal, significa harmonizar uma escala qualquer com acordes em intervalos de quarta e quarta aumentada.
Temos por exemplo a escala de C maior que seria C , D , E, F , G, A, B, colocaremos os acordes desta escala em intervalos de quarta.
Primeiro acorde C F B E
Segundo acorde D G C F
Terceiro acorde E A D G
Quarto acorde F B E A
Quinto acorde G C F B
Sexto acorde A D G C
Sétimo acorde B E A D
Como estamos vendo, temos a escala de C harmonizada em quartas.
Vamos dar um exemplo sobre um acorde, digamos que seja o acorde de Dm7
Como falei na últilma aula para um acorde menor com 7 podemos utilizar 3 modos, o dórico ( II grau ) o frigio ( III grau ) e o eólio ( VI grau ).
Vamos começar pesando em dórico, então utilizaremos a escala de C maior, pois o Dm7 é o segundo grau da escala de C maior.
Primeiro acorde C F B E
Segundo acorde D G C F
Terceiro acorde E A D G
Quarto acorde F B E A
Quinto acorde G C F B
Sexto acorde A D G C
Sétimo acorde B E A D
Cada superposição de acorde vai gerar uma tensão sobre o acorde.
por exemplo o acorde formado por C F B E tocado sobre o Dm7 vai gerar uma tensão de 4 6 e 9 assim o acorde ficará Dm7 ( 4, 6 e 9 )
Lembre-se que estamos apenas na escala maior, e em um modo vc poderá utilizar para o Dm7 com o mesmo raciocinio o modo Frigio e o Eólio.
C tem por tensões maj7, 9, #11 e 13. podendo admitir ainda a 5#.
Essa escala de C escrita em quartal aí em cima não é exatamente como usamos.
O quartal admissível e representante de C vem do modo Lídio.
Quartal é tratado por acorde, MODAL, sem referencia a estruturas tonais. Ainda, é admitida uma segunda ou segunda bemol entre essas quartas mesmo fora da escala(cluster), o que empresta ao acorde um caráter dominante.
Pra entender quartal , melhor ouvir o cara que o desenvolveu. MacCoy Tyner.Um pianista que tocava na banda de John Coltrane. Também Bill Evans (com Miles Davis). NO geral todos os músicos de Rock usam quartais, porém, o fazem apenas com duas notas. (uma tônica e uma quarta). Vide , BlacKmore, JimiHendrix.Toam,porém, apenas dentro da pentatônica.Logo, é o mesmo só que com mais duas ou três quartas e dentro de escalas que possui o acorde em sua estrutura.
Ex.: Dm7(9/11/13/#5/b9 notas possíveis no acorde de Dm).
Dm7/9/11/13/#5 estão na escala C Jônico, portanto qualquer shape de quartas superpostas usando notas de C(jônico) é esse Dm.
Dm7(b9) está na escala Bb Jônico.
Claude Debussy(França) e o Polonês Chopin escreveram estudos em quartas.
O que não se admite é deixar uma terça entre uma corda e outra da guitarra quando a proposta é tocar com o quartal. Além do quartal existe o Quintal (o nome é esse mesmo),sobrepondo quintas sucessivas da escala, mas praticado , sobretutudo, por pianistas . Na guitarra exige uma abertura extrema da mão esquerda ( pode usar , por exemplo, Two hands). Tanto o quartal como sua inversão, o quintal, são mais conhecidos como Open Voices Chord.
Os clusters (acordes formados por segundas e segundas menores), como Closed Voices Chord.

Campo Harmônico – Menor Melódica


O MODO MENOR MELÓDICO
Do modo menor natural depende o modo menor harmônico que por sua vez é referência para o modo menor melódico.
Eleva-se de um semitom o grau VI da escala menor harmônica, passando a haver um semitom entre os graus II e III e ente os graus VII e VIII, e um tom entre os demais, que por ser de mais fácil entoação, a nova escala recebeu o nome de escala menor melódica, ficando assim:
Im7M – IIm7 – bIII7M(#5) – IV7 – V7 – VIm7(b5) – VIIm7(b5)
Repare que estamos tratando sempre as escalas de forma ascendente, pois descendente, não havia alteração. Como toda regra tem uma exceção, a escala menor melódica, quando descendente, se transforma em escala menor natural, como podemos verificar na figura abaixo:
ESCALA BACHIANA
Em um caso particular, quando uma escala menor melódica for reproduzida com os mesmos acidentes na forma ascendente e descendente, ela recebe o nome particular de escala bachiana, por ter sido muito utilizada por Bach. Villa Lobos as usou, e no Jazz também pode ser encontrada.
As escalas menores melódicas são formadas elevando-se o grau VI da escala menor harmônica em um semitom e quando descendentes, tornam-se escalas menores naturais.

Campo Harmônico – Menor Harmônico


O MODO MENOR HARMÔNICO
Para que o modo menor servisse à harmonia com o mesmo status do modo maior, foi incluído um semitom entre os graus VII e VIII também. Para isso, foi necessário que o grau VII da escala menor natural, fosse elevado em um semitom e por causa dessa origem, a nova escala menor recebeu o nome de menor harmônica.
Vamos ver os intervalos:
Menor natural:
T – 9 – b3 – 11 – 5 – b6 – 7 – 8
Menor harmônica:
T – 9 – b3 – 11 – 5 – b6 – 7M – 8
O que alterou foi apenas uma nota, mas acabou encurtando a distância entre a 7a e a 8a e aumentando a distância entre a 6a e a 7a
Este espaçamento muda todos os acordes do campo harmônico.
Vamos usar a escala de Lá menor como referência para melhor visualização:
Escala de Lá menor natural:
A – B – C – D – E – F – G – A
Escala de Lá menor harmônica:
A – B – C – D – E – F – G# – A
Empilhando as terças:
Tônica - A - B - C - D - E - F - G# - A
3ª - C - D - E - F - G# - A - B - C
5ª - E - F - G# - A - B - C - D - E
7ª - G# - A - B - C - D - E - F - G#
Se utilizarmos a tabela da página anterior com os nomes dos intervalos, poderemos analizar cada acorde.
Neste caso teremos os seguintes acordes:
I               II                      III                IV        V         VI          VII
Am7M   Bm7(b5)      C7M(#5)       Dm7     E7      F7M      G#dim
Modos:
Am7M – menor harmônica
Bm7(b5) – Lócrio6
C7M(#5) – Jônio#5
Dm7 – Dórico#11
E7 – Mixolídio b13/b9
F7M – Lídio #9
G#dim – Simétrico
menor harmônico menor harmônico2 menor harmônico3

Harmônia


Campo Harmônico Maior:
Bicordes:
tõnicas              –>   C – D – E – F – G – A – B
3as diatônicas   –>   E – F – G – A – B – C – D
Tríades:
tõnicas              –>   C – D – E – F – G – A – B
3as diatônicas   –>   E – F – G – A – B – C – D
5as diatônicas   –>   G – A – B – C – D – E – F
Tétrades:
tõnicas              –>   C – D – E – F – G – A – B
3as diatônicas   –>   E – F – G – A – B – C – D
5as diatônicas   –>   G – A – B – C – D – E – F
7as diatônicas   –>   B – C – D – E – F – G – A
As tétrades Maiores seriam:
C7M – Dm7 – Em7 – F7M – G7 – Am7 – Bm7(b5)
Campo Harmônico Menor:
Escala de Lá menor natural:
A – B – C – D – E – F – G – A
Escala de Lá menor harmônica:
A – B – C – D – E – F – G# – A
Tétrades:
Tônica   —>  A  – B – C  – D – E  – F – G# – A
3as       —>  C  – D – E  – F – G# – A – B  – C
5as       —>  E  – F – G# – A – B  – C – D  – E
7as        –>  G# – A – B  – C – D  – E – F  – G#
As tétrades Menores seriam:
Cm7  -  Dm7(b5) -  Eb7M  -  Fm7  -  Gm7  -  Ab7M  -  Bb7
MODOS PARALELOS:
Se a música está em Dó maior, o modo paralelo é o Dó menor.
Se está em Ré maior, o modo paralelo é o Ré menor e assim por diante.
Vejam então os campos harmônicos de Dó Maior e o de Dó menor:
Dó Maior:
I     -     II     -    III    -    IV    -   V    -  VI     -     VII
C7M  -   Dm7  -  Em7  -  F7M  -  G7  -  Am7  -   Bm7(b5)
Dó Menor:
I     -        II        -   bIII    -    IV     -   V      -   bVI   -  bVII
Cm7  -  Dm7(b5) -  Eb7M  -  Fm7  -  Gm7  -  Ab7M  -  Bb7
Um exemplo muito comum é esta progressão:
|: C – C7 – F – Fm :|
Veja que o:
C   é o Iº    grau de Dó, logo o modo Jônio.
C7 é o Vº   de Fá, logo o modo mixolídio.
F   é o IVº  de Dó, logo o modo Lídio.
Fm é o IVº de Dó menor, logo o modo Dórico.
NOTA:
Lembrando que o acorde Cm é o relativo menor do  acorde Eb (maior).
Acorde   -   Dominante
C        -        G7
Dm      -        A7
Em       -        B7
F         -        C7
G        -        D7
Am      -        E7
Bdim     -        F7